Tuesday, 30 June 2015

No próximo Domingo na FNAC



Rita Leston, a autora do livro e página Facebook Gosto de ti, e então?, vai apresentar o livro "A Guardiã – o Livro de Jade do Céu" de Ana Cristina Pinto, no próximo domingo (5 de junho), às 18h00, na FNAC do Vasco da Gama. Estão todos convidados!


Thursday, 18 June 2015

Opinião...



O blogue literário " Sonho de Cibele " opinou sobre o meu livro " A Guardiã- O Livro de Jade do Céu". E que crítica! Muito, muito obrigada!

"Devo confessar que quando vi esta capa me apaixonei de imediato por este livro e depois ao ler a sinopse ainda me apaixonei mais.
Ao longo do livro vamos conhecendo a história de Luana e o porquê de ter sonhos estranhos, com seres que ela pensa não conhecer, e de ao longo da sua vida ter vindo a coleccionar umas estranhas placas de jade.
Adorei!! Não tenho palavras para o descrever! É fantástico e mistura Arqueologia com Fantasia, logo duas coisas que eu adoro!
Adorei a forma como a autora criou a personagem da Luana, o facto de ela ser arqueóloga e ao mesmo tempo um ser com milhares de anos(Eluaryne).
O livro está escrito de uma maneira maravilhosa que nos envolve da primeira até a última página fazendo com que desejemos um pouco mais, que não acabe logo e tem imensa acção o que é ainda melhor.
Apesar de existir um triângulo amoroso (Gabriel-Luana-Michel(Miguel)) não é um triângulo amoroso esforçado como vemos em alguns livros, é um triângulo amoroso que surge ao longo dos séculos o que é bastante interessante.
Sem dúvida que o recomendo a todos os apaixonados por fantasia, não se vão arrepender."

Wednesday, 10 June 2015

Caricaturistacamentecaracterizando

Estou com vontade de escrever um novo romance envolvendo os meus vizinhos do rés-do-chão. E tal como me foi sugerido e bem (alguns autores usam o método) esquematizar muito bem os envolvidos na trama, conferindo-lhes desde logo características que os acompanharão da primeira à última página. Ora...gente assim imutável , só me consigo lembrar da família que vive 3 lances de escadas abaixo de mim. São boa gente,embora tenham o defeito de falar em russo o que faz com que eu nunca perceba nada do que dizem. Morar excessivamente perto, também me incomoda quando o calor aperta e o cão, Vlodokir, ou lá o que é, mija contra a parede do prédio. Ora vejamos...o patriarca é Konstantin Prozac. Anda sempre sonolento e passa horas à janela, muito calmo, muito zen. O filho, Mercuriocromis, come burriés que vai pescando delicadamente das suas narinas. Um moçoilo grande e forte que não larga a ushanka nem em pleno Agosto. Levdoispagum é o filho mais velho. Trabalha no Mini-Preço e está quase sempre a marcar as promoções. Lev era um operário moscovita. É adepto do Locomotiv. É, porém, algo aborrecido. Há ainda uma miúda, Sónia ou melhor, Sonja Neskuik que anda sempre com marcas de chocolate em volta dos lábios fazendo lembrar os bigodes de um gato,embora já tenha mais de 20 anos e seja a mulher do Mercuriocromis. Mercuriocromis e Sonja Neskuik conheceram-se durante uma greve geral de ingestão de vodka. Aleuéksei é matriarca da família. Chamo-lhe assim, porque é a única coisa que lhe oiço dizer, embora não faça a mais pálida ideia do que signifique. Antes, viviam todos na Sibéria numa roulote. Antes eu era feliz.


Monday, 8 June 2015

Emoções...







Simplificar...



Só se pode ser feliz simplificando, simplificando sempre, arrancando, diminuindo, esmagando, reduzindo; e a inteligência cria em volta de nós um mar imenso de ondas, de espumas, de destroços, no meio do qual somos depois o náufrago que se revolta, que se debate em vão, que não quer desaparecer sem estreitar de encontro ao peito qualquer coisa que anda longe: raio de sol em reflexo de estrelas. E todos os astros moram lá no alto.

Florbela Espanca, in "Diário do Último Ano"


Que ninguém me fale em impossíveis!


Opiniões de quem já leu...



Sorteio de exemplares da Guardiã- O Livro de Jade do Céu, a decorrer até 30 de Junho




Para que ninguém perca a oportunidade de receber " A Guardiã- O Livro de Jade do Céu", completamente gratuito, aqui ficam as regras do sorteio que está a decorrer até 30 de Junho nesta página do facebook. Entrem lá e participem!


Regras:

Cada participante terá que entrar na página de autora:https://www.facebook.com/pages/Ana-Cristina-Pinto/877680248938520?ref=hlFazer LIKE na página, e na caixa de comentários identificar mais 3 amigos.

Partilhar no seu mural a página e regras do sorteio. (fazer copy past do texto). O passatempo decorre até à meia noite de 30 de Junho. Apuramento do vencedor no dia 1 de Julho através de escolha aleatória pelo Random.org. É permitido a cada um participar as vezes que quiser,sendo que o nome será repetido no random.org consoante o número de participações. Quanto mais participar,mais hipoteses tem de ganhar.


Sinopse - E se tudo o que conheces sobre as origens da Terra estiver errado?
Entre a vila medieval de Óbidos, a terra vermelha de Petra e as brumas da ilha mítica de Avalon, uma mulher confronta-se com o destino: Descobrir o seu potencial divino e salvar a humanidade. Enquanto se vê envolvida numa disputa entre as forças da Luz e das Trevas pelo domínio da Terra, divide-se entre o amor de dois arcanjos. Um triângulo amoroso que a arrebata, transforma e leva-a numa exaustiva viagem pelo mundo, em busca das míticas páginas de um livro sagrado. Nele, estão contidos os segredos das origens da humanidade e o seu propósito.
Uma obra de ficção repleta de aventura, romance e suspense que une a história, a religião e a ciência.
O ponto de partida, esse, é num tempo tão remoto, que nada do que hoje conhecemos existia ainda e o planeta se aventurava pela primeira vez na imensidão do cosmos.
Grata. Beijinhos
Ana Cristina Pinto "
OBS. ( Sorteio válido apenas para Portugal Continental)Sinopse - E se tudo o que conheces sobre as origens da Terra estiver errado?Entre a vila medieval de Óbidos, a terra vermelha de Petra e as brumas da ilha mítica de Avalon, uma mulher confronta-se com o destino: Descobrir o seu potencial divino e salvar a humanidade. Enquanto se vê envolvida numa disputa entre as forças da Luz e das Trevas pelo domínio da Terra, divide-se entre o amor de dois arcanjos. Um triângulo amoroso que a arrebata, transforma e leva-a numa exaustiva viagem pelo mundo, em busca das míticas páginas de um livro sagrado. Nele, estão contidos os segredos das origens da humanidade e o seu propósito.Uma obra de ficção repleta de aventura, romance e suspense que une a história, a religião e a ciência.O ponto de partida, esse, é num tempo tão remoto, que nada do que hoje conhecemos existia ainda e o planeta se aventurava pela primeira vez na imensidão do cosmos."


OBS. ( Sorteio válido apenas para Portugal Continental)


Sonhos Roubados

Nunca vos aconteceu lerem uma obra de um autor desconhecido, estreante nesta lides literárias, e darem convosco a pensar: " Caramba, porque é que não há mais livros assim?"
Assim? Assim como?
Assim, despretensiosos e envolventes. Daqueles que começamos a ler sem as expectativas em alta, mas depois quando percebemos já fomos apanhados, enredados pelo texto, a intensidade da escrita, o desenrolar da história. Com livros destes, ao fim de meia dúzia de páginas já só queremos saber o que vai acontecer aos personagens, (neste caso ao personagem), como é que vai ser o dia seguinte, se a sua sorte vai mudar ou não, que rumo é que ele vai seguir até à última página. E se é justo. Sim, se é justo que o autor não lhe tenha dado outro caminho, outra vida que em tantos momentos se parece tanto com a nossa. Se é normal que aqueles pensamentos estejam ali naquelas páginas quando estiveram tantas vezes na nossa cabeça.
Efectivamente, eu gosto de ler livros assim. Pouco me importa se o autor é um best seller ou tem a apoiá-lo nas manobras de marketing uma grande editora. Importa apenas que o meu coração seja tocado e que,em muitos momentos do meu dia, quando estou ao serviço das minhas obrigações quotidianas, me apeteça interromper tudo e voltar para ele. Para o livro. Para saber só mais um bocadinho. Para saber tudo.
Fica aqui o convite para que desfrutem de uma história igual a tantas outras que conhecemos e que não vêm nos livros. Histórias tocantes de gente que tinha (tem) tanto para dar mas está impedido de o fazer. Porque lhe negam o direito à dignidade, o direito à vida e ao sonho.
Sonhos Roubados é uma história simples, despretensiosa e belíssima. Uma história que assume contornos diaristas, muitíssimo bem escrito por Pedro Santos Vaz, um autor que merecia ter o apoio de uma grande Editora nas manobras de marketing.
Leiam. Não se vão arrepender.


Hoje, na Feira Cultural de Coimbra



Thursday, 21 May 2015

O Livro de Jade do Céu também está aqui!


http://www.obidosdiario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2669:obidos-e-o-berco-da-guardia-o-livro-de-jade-do-ceu&catid=77:noticias&Itemid=120

Desigual...coisa mai'linda!

Nesta página do Facebook, a "Rifa-me", está uma mala da Desigual linda de morrer a ser rifada por 1,50€. É a loucura total! =D


O que saiu na Books

" A Guardiã- O Livro de Jade do Céu" - Lançamento Oficial a 16 de Maio de 2015!

Óbidos é o berço da protagonista de " A Guardiã- O livro de Jade do Céu".

Nota da Editora Capital Books:

" É um livro que dá luta"..." Com semelhanças ao estilo de George R. R. Martin"

"Num mundo habitado também por seres provindos de universos místicos, o futuro da Humanidade está nas mãos de Luana, uma arqueóloga que vive em Óbidos e se apaixona por um arcanjo celestial. Uma viagem por um universo paralelo, repleto de aventura e espiritualidade.Uma história empolgante, que envolve um inesperado triângulo amoroso numa demanda pela salvação da Terra. "

Nota da Autora:

"Neste romance exploro temas como a vida para além da morte, a reencarnação e a imortalidade da alma. Contudo,a ciência que tem um papel determinante na busca por provas (se elas existirem), destas realidades, também não foi esquecida.
É através da ciência que se abordam as possibilidades que circulam à volta do nascimento da matéria, do Universo, da Terra.
Este livro não é apenas para místicos, esotéricos, espiritualistas. Este livro é para todos aqueles que já colocaram a si próprios a questão: "De onde vimos? Para onde vamos?" Também aqui a narrativa nos coloca muitas vezes perante o mistério de quem somos.
Ao longo da trama deparamo-nos com os factos reais, com os mitos, com o nosso direito à espiritualidade,com a relevância religiosa e com as teorias que podem de alguma forma abalá-la, (como as de Zecharia Sitchin, especialista em linguagem cuneiforme que decifrou as polémicas placas de argila da Suméria).
Teremos realmente, nos primórdios dos tempos, sido alvos de engenharia genética por parte de outra ou outras raças oriundas de pontos distantes do Universo ou Multiversos?
Este, é um romance onde o amor entre uma mulher e dois arcanjos se sobrepõe ao preconceito, aos dogmas, ao medo e sobretudo ao peso das descobertas. É um romance que se sobrepõe à história e à lógica.
Este é um livro de ficção, mas em ficção pode dizer-se tudo. Inclusive a verdade."
Ana Cristina Pinto

Sinopse:

E se tudo o que conheces sobre as origens da Terra estiver errado?
Entre a vila medieval de Óbidos, a terra vermelha de Petra e as brumas da ilha mítica de Avalon, uma mulher confronta-se com o destino: Descobrir o seu potencial divino e salvar a humanidade. Enquanto se vê envolvida numa disputa entre as forças da Luz e das Trevas pelo domínio da Terra, divide-se entre o amor de dois arcanjos. Um triângulo amoroso que a arrebata, transforma e leva-a numa exaustiva viagem pelo mundo, em busca das míticas páginas de um livro sagrado. Nele, estão contidos os segredos das origens da humanidade e o seu propósito.
Uma obra de ficção repleta de aventura, romance e suspense que une a história, a religião e a ciência.
O ponto de partida, esse, é num tempo tão remoto, que nada do que hoje conhecemos existia ainda e o planeta se aventurava pela primeira vez na imensidão do cosmos.

À venda através da página da autora :www.facebook.com/pages/Ana-Cristina-Pinto, Editora Capital Books, Lojas Fnac e Amazon!


Que rica prenda! :)

A Ana Teresa Vicente, acabou de me enviar esta foto. O Livro de Jade do Céu, foi hoje presente de aniversário da Ana Margarida.Muitos parabéns , Ana! Espero que gostes da companhia da Guardiã!

.

Momentos felizes para a posteridade...


Matrioskas...


Wednesday, 20 May 2015

Começam a chegar as reacções dos leitores! :)



"Olá Ana Cristina, estive na apresentação da "Guardiã" e desde que cheguei a casa ainda não "a " larguei 😊!!! Agora é que eu já tinha um montão de perguntas...adoro o que tenho lido...passagens familiares, assuntos de que eu tenho tentado levantar "o vêu do esquecimento" e um enredo cativante. Adoro!
Gostei imenso de a conhecer.

Beijinho
Isabel Caixinha "






Em modo entrevista para a Capital Books



Ana Cristina Pinto é a autora de "A Guardiã – o Livro de Jade do Céu", uma verdadeira revelação na literatura fantástica em Portugal. Quisemos saber mais detalhes sobre esta obra e a sua previsível continuação.

Como e em que circunstâncias começaste a escrever?

Comecei a inventar histórias ainda antes de saber escrever. Quando era pequena, como não entendia o que estava escrito nos livros infantis, olhava para as ilustrações e criava as minhas próprias histórias. Escrever, foi um gosto que desenvolvi logo a seguir. Na escola fazia sempre redações extensas e complexas e acabava por ganhar pontos extra por causa disso. Tive, ao longo da vida, períodos em que escrevi menos, mas uma coisa que nunca deixei de fazer em momento algum, foi ler. O meu universo é feito de palavras e as palavras fazem-me bem.

"A Guardiã" é um livro que introduz um universo complexo, cheio de regras próprias e personagens multifacetadas. Como foi o seu processo criativo?
Eu comecei a escrever “A Guardiã” quase por acaso. Mas eu queria escrever algo que realmente fizesse a diferença. Que convidasse as pessoas a olhar para a vida sob outros ângulos. Outras perspectivas. O que é que nós andamos a desperdiçar? Esta é sempre a minha grande questão e eu tenho esperança que o livro leve esta questão a outros, até aos que andam mais distraídos… sobretudos aos que andam mais distraídos. Mesmo que esta história toque apenas o coração de um leitor, já valeu a pena.


Quanto tempo demoraste a escrever este livro? Como venceste as dificuldades que foram surgindo?
Entre pesquisar os temas que me interessavam incluir na história e escrever, decorreram dois anos e meio. Tenho consciência que poderia ter sido um processo muito mais rápido, se não tivesse refeito vários capítulos por diversas vezes. Mas a verdade é que, dada a complexidade da história, teve que ser assim. Tudo tinha que fazer sentido. E eu pego em muitas peças que aparentemente, nada têm a ver entre si. O trabalho de encaixá-las foi bem mais difícil do que o trabalho de estudá-las. É preciso dizer que, quase tudo o que é retratado no livro, existe. É real. E se estivermos a falar da hierarquia angelical, por exemplo, ou da demoníaca, embora para muitos não exista, para outras pessoas fazem parte da sua realidade e não do imaginário. Portanto, tendo em conta tudo aquilo que só a fé nos permite ver e o que podemos contemplar com os nossos olhos físicos, quer sejam os locais onde se vai desenrolando toda a trama, ou os factos históricos, posso dizer que a minha grande missão neste livro foi cozinhar uma história com ingredientes que acabaram por se ligar muito bem entre si.


O livro termina com o regresso da personagem principal. Significa que terá continuação?
Não gosto de finais tristes. Prefiro sempre os finais felizes, quer estejamos a falar de livros ou de filmes. Contudo, um livro que não tenha uma carga dramática q.b., também não agarra o leitor. Eu tive que criar algum drama, mas depois senti necessidade de lhe dar a volta. Afinal dramática já é a vida, certo? E nós precisamos acima de tudo de esperança. De sentido de continuidade e renovação. Acredito que desejamos todos continuar, mas queremos mudar. Queremos alterar o curso da nossa história. Com este final, quero mostrar às pessoas que é possível fazê-lo. Metaforicamente, todos nós podemos renascer. E sim, até a Guardiã poderá renascer, sob outra capa, outro subtítulo e, quem sabe, outros cenários.

O Prefácio



O prefácio do livro " A Guardiã - O Livro de Jade do Céu", pelo escritor Luis Miguel Rocha. Obrigada, Luis.

“A Lógica leva-te de A a B. A Imaginação leva-te a qualquer lugar.”


O prólogo da obra de Ana Cristina Pinto abre com esta frase de Albert Einstein. Não há outra que defina melhor este livro. Da primeira à última página, a autora leva-nos a viajar por um mundo que - pensamos nós - só pode ter lugar na ficção.

Ao leitor poderá ocorrer que existe aqui um objectivo subliminar de propor ou propagar uma forma nova de olhar para os primórdios da nossa existência. Somos aqui sistematicamente impelidos a pensar sobre quem somos, de onde vimos e para onde vamos… se alguém nos protege, se quem o faz é Deus e, se sim, quem é ele.

Contudo,servirá este romance para o levar a fazer mais perguntas. Outras perguntas. Quiçá, perguntas diferentes daquelas que já está habituado a fazer. E por isso, só por isso, já vale a pena mergulhar nestas páginas. Porque elas nos obrigam a reflectir sobre múltiplas possibilidades, a considerar que tudo é realmente possível, e que tudo o que sabemos sobre o alvor da civilização não preenche afinal, o espaço que ocupa um átomo. É isto que se faz, quando se lê este livro. Primeiro sonha-se. Depois…questiona-se."

Luis Miguel Rocha,( Escritor)



Excertos...



(...) Curvavam-se diante de Al-Uzza e entoavam ladainhas torpes e indignas. Desvirtuaram de tal forma a mensagem da Deusa, que acabaram por reduzi-la a um mero objecto de adoração sexual. Nem mesmo Cleópatra foi capaz de resistir à perversidade que circundava a história da Deusa. Tanto assim foi, que a dada altura, a Rainha do Egipto tentou convencer César a dar-lhe Petra como prova de amor.
-E ele deu? -indagou Gabriel olhando de relance para a Guardiã.
-Não. César respondeu a Cleópatra que o amor não precisa de provas. Apenas de mais amor. -respondeu o velho.(...)

(A Guardiã- O Livro de Jade do Céu)

Sinopse


E se tudo o que conheces sobre as origens da Terra estiver errado?
Entre a vila medieval de Óbidos, a terra vermelha de Petra e as brumas da ilha mítica de Avalon, uma mulher confronta-se com o destino: Descobrir o seu potencial divino e salvar a humanidade. Enquanto se vê envolvida numa disputa entre as forças da Luz e das Trevas pelo domínio da Terra, divide-se entre o amor de dois arcanjos. Um triângulo amoroso que a arrebata, transforma e leva-a numa exaustiva viagem pelo mundo, em busca das míticas páginas de um livro sagrado. Nele, estão contidos os segredos das origens da humanidade e o seu propósito.
Uma obra de ficção repleta de aventura, romance e suspense que une a história, a religião e a ciência.
O ponto de partida, esse, é num tempo tão remoto, que nada do que hoje conhecemos existia ainda e o planeta se aventurava pela primeira vez na imensidão do cosmos.


Também à venda na Amazon.com e na Amazon.br!

Um trecho de "A Guardiã – o Livro de Jade do Céu" de Ana Cristina Pinto.



Capital Books

Em entrevista...


Entrevista a Ana Cristina Pinto autora de A Guardiã – O Livro de Jade do Céu

Ana Cristina Pinto é natural do Cadaval, onde nasceu em 1970. Residiu durante alguns anos em Lisboa e no Luxemburgo e atualmente mora nas Caldas da Rainha. Foi jornalista e animadora de rádio. Dedica-se a traduções e à escrita enquanto copywriter e blogger. 


O Marcas de Leitura esteve à conversa com Ana Cristina Pinto autora de A Guardiã – O Livro de Jade do Céu


Obrigada pelas simpáticas e gentis palavras com que nos brindou e pelo tempo que nos dispensou.


1) Fale-nos um pouco de si?

Sou mãe. Sou jornalista, sou copywriter e mais uma data de outras coisas ligadas à escrita. Inclusive bloguer. Tenho blogues desde 2004, uns mais intimistas que outros, se bem que actualmente mantenho apenas um que me serve de escape para falar sobre o que me rodeia e expressar a minha opinião sobre o que vai acontecendo pelo mundo. Sou corajosa, determinada, aventureira, teimosa, mau feitio às vezes, risonha, (rio de tudo, principalmente de mim mesma), uma eterna optimista, romântica incurável e feliz. Sou sobretudo uma mulher feliz.


2) Como começou a sua paixão pelos livros e quando surgiu o gosto pela escrita?


Paixão pelos livros, desde sempre. Já em criança preferia livros a bonecas. A paixão pela escrita, tenho-a desde que aprendi a escrever. Daí ter optado pelo jornalismo e simultaneamente ter dedicado sempre, muito do meu tempo à escrita criativa.

3) Faz da escrita profissão?

Se falarmos do jornalismo, e da minha actividade enquanto copywriter, sim, faço. Enquanto autora de livros, talvez no futuro. Veremos.

4) De onde surgem os seus personagens, imaginação ou realidade?

De ambos. Os meus personagens são uma mistura de realidade com ficção, sempre.

5) Quantos livros já escreveu, qual o seu personagem favorito?

Este é na verdade o meu segundo livro escrito, mas o meu primeiro a ser publicado. O primeiro livro que escrevi, está ainda na “gaveta”, chama-se “ Espero por ti em Dezembro” e é bem provável que seja a minha segunda publicação.

6) Já alguma vez se deparou com pessoas a ler um livro seu? Se sim, qual a sensação?

Como este é primeiro livro a ser publicado, ainda não aconteceu. Mas creio que um dia destes acontecerá, e tenho a certeza de que a sensação será muito gratificante.

7) Quando está a escrever um livro partilha a história com alguém?

Claro! Chateio imenso os meus filhos e alguns amigos/amigas mais chegados. Peço-lhes opiniões sobre o que vou escrevendo e com base nelas vou tentando melhorar o que não estiver tão bem. Não mostro tudo, mas é importante para mim, perceber se os outros gostam. Afinal, se escrevo para que me leiam, a validação que vem do exterior tem sempre o seu peso.

8) Qual o seu autor e livro favorito, segue o género literário dele, ou adopta outro?

Eu tenho vários autores favoritos. Desde sempre, Harold Robbins, Siba shakib, Jeffrey Archer, Tolkien e George R.R.Martin(no género fantástico), e sempre, sempre os portugueses Lobo Antunes (adoro!), Fernando Pessoa, Miguel Torga, Natália Correia, Eça, claro, e os contemporâneos, Luís Miguel Rocha, José Rodrigues dos Santos, Inês Pedrosa, José Luís Peixoto, Miguel Esteves Cardoso…enfim… são muitos. “ Deus veio ao Afeganistão e chorou” da jornalista iraniana Siba Shakib, é muito provavelmente um dos meus livros favoritos. Quanto ao estilo literário, admito que talvez haja alguma influência de alguns deles, mas sigo o meu próprio estilo, que espero, seja realmente diferenciado.

9) Quando termina de escrever um livro, qual o sentimento?

Fico triste. Sinto saudades dos personagens. E se por um lado quero chegar ao fim rapidamente, por outro tento protelar o máximo que posso o dia em que escrevo o último capítulo. É por isso que no caso deste romance, “ A Guardiã- O Livro de Jade do Céu”, gostei tanto dos personagens que tenho que os trazer de novo à minha vida. O segundo livro desta saga, já está a ser preparado.

10) Como vê o momento actual da Literatura em Portugal?

Com alguma apreensão. Existem imensos autores em Portugal. São de facto tantos autores que quase me leva a acreditar, que já são mais os que escrevem livros do que os que compram livros. Acho que as editoras têm muita responsabilidade nisso. Especialmente as pseudo-editoras, que na verdade não passam de gráficas que querem lucrar à força com tudo o que aparece para publicar e depois deixam o autor completamente sozinho, com uma centena ou duas de exemplares que nunca vai conseguir vender. Está portanto a favorecer-se a quantidade em detrimento da qualidade. E isto é uma” faca de dois gumes”, se por um lado se dá mais oportunidades aos novos autores (o que é bom), por outro lado, confundem-se mais os leitores e os livreiros na hora de optar por um título/autor ou outro. E isso é mau. A acrescentar a isto, devo dizer que tenho imensa pena que ainda exista o tal estigma do “ se é português, não presta”. Uma das razões pela qual os grandes grupos editoriais são tão renitentes em apostar em novos autores nacionais, é precisamente porque os leitores olham sempre com alguma desconfiança para livros de autores portugueses. E não compram. Importamos mensalmente uma quantidade impressionante de títulos estrangeiros, cujos autores são francamente maus, e deixamos nas prateleiras das livrarias, excelentes autores portugueses. É uma pena. Uma realidade que é preciso mudar.

11) Como vê a divulgação dos bloggers literários?

Acho que é de louvar o trabalho que blogues como o Marcas de Leitura desenvolvem. É de certeza uma das muitas maneiras de mudar a tal realidade de que falava há pouco. É preciso aproximar os autores portugueses dos leitores, especialmente os novos autores que têm qualidade e que lutam por um lugar neste mundo literário. Esse é um trabalho que blogues como este, estão a fazer muitíssimo bem.

12) Quer deixar alguma mensagem especial aos seguidores do blog Marcas de Leitura?

Gostaria de dizer, antes de mais, que agradeço profundamente esta oportunidade que o Marcas de Leitura me deu para divulgar o meu trabalho. E já agora aproveitar para convidar os leitores deste blogue notável, para serem meus leitores também. “ A Guardiã- O Livro de Jade do Céu”, está aí. É um romance de ficção, com uma componente histórica muito forte, aliada à fantasia. Na verdade, este livro é como que um mundo alternativo que nos faz pensar na quantidade imensa de coisas que poderíamos/deveríamos mudar no nosso, de modo a torna-lo melhor. Acredito que é essa a grande missão de cada um de nós. Tornar este mundo melhor. Pensem nisso.


Para já fico-me por aqui e agradeço desde já a sua disponibilidade e simpatia, foi um prazer.
Muito obrigada Ana Cristina desejo-lhe os maiores sucessos!


A primeira crítica!

“Dificilmente passará pela cabeça de alguém que num livro aparentemente algo profético e com contornos bíblicos, contenha romance, sexo, suspense e aventura. Mas afinal, os deuses devem estar loucos e quem sabe se a autora não se conectou também com os planos superiores que evoca, ao tomar consciência total da sua espiritualidade. É a única justificação para o profundo conhecimento que revela sobre as matérias técnicas e dados históricos abordados, e ao mesmo tempo para tamanha imaginação, o que nos leva a questionar se Ana Cristina Pinto não será uma espécie de guardiã, como a personagem retratada no seu livro. Não é esse o papel do escritor, transportar-nos para outros mundos, em que a ficção se confunde com a realidade?”


(Francisco Gomes, jornalista do Correio da Manhã e CMTV)


" A Guardiã- O Livro de Jade do Céu"

"Num mundo habitado também por seres provindos de universos místicos, o futuro da Humanidade está nas mãos de Luana, uma arqueóloga que vive em Óbidos e se apaixona por um arcanjo celestial. Uma viagem por um universo paralelo, repleto de aventura e espiritualidade.Uma história empolgante, que envolve um inesperado triângulo amoroso numa demanda pela salvação da Terra. "
À venda também na Amazon. Em breve nas Lojas Fnac!


Quem quer?

Caros amigos, apelo a todos os que já me pediram para enviar exemplares da " Guardiã- O Livro de Jade do Céu" que tenham o cuidado de identificar o vosso nome na transferência ou em alternativa, enviem o comprovativo de pagamento para o meu e-mail : anagaspar.cristina@gmail.com. Desta forma não haverá o risco de eu (não sabendo quem pagou), enviar o livro para quem não o fez e falhar com pessoas que fizeram o pagamento. Espero que compreendam. É para que não haja qualquer problema com as entregas que vos peço isto. Quem tiver interesse em adquirir o livro deve enviar-me mensagem privada com o pedido, nome a quem devo dedicar e endereço. Obrigada!


A Página que se abre para o mundo da Guardiã!

https://www.facebook.com/pages/Ana-Cristina-Pinto/877680248938520?pnref=story

Obrigada Francisco!



"O autógrafo e a foto com a escritora Ana Cristina Pinto após a apresentação de "A Guardiã - O Livro de Jade do Céu”
É uma honra ter o nome associado a tão atractiva obra desta promissora autora"


(Francisco Gomes, jornalista CM e CMTV e Chefe de Redação do Jornal das Caldas)

E está lançado!

Dia 16 de Maio foi para mim, um dia de muita gratidão! Senti-me (como ainda me sinto), feliz, realizada e com a certeza de que cada minuto que dediquei à " Guardiã" valeu muito a pena. Vocês fizeram valer a pena! Entre amigos, conhecidos, desconhecidos e família ( especialmente aqueles que me trouxeram ao mundo e os que eu trouxe ao mundo, todos reunidos na mesma sala ( só agora me dei conta- grande falha- não tenho uma foto com os meus filhos), o dia foi inesperadamente glorioso e será para todo o sempre inesquecível. Muito obrigada a todos os que estiveram presentes e partilharam comigo deste momento tão especial.  A todos os que compraram o livro, espero que gostem tanto de o ler, como eu gostei de o escrever.








Thursday, 14 May 2015


Bullying

Sobre a onda de violência que tem envolvido os nossos adolescentes nos últimos dias...
Queridos pais...colocar pequenos humanos no mundo dá muito trabalho e não se fica pelas cambalhotas, gemidelas, orgasmos e nove meses depois... o parto. Depois disto tudo é preciso amar...muito...incondicionalmente...ou se calhar...condicionalmente, porque os pequenos fedelhos precisam de limites, regras, ralhetes, palmadas na hora certa, precisam de ouvir Nãos para ganharem tolerância à frustração...em suma...os nossos adoráveis pirralhos, precisam que nós sejamos os pais e não os amigos. Amigos eles têm na escola...tenho dito. Precisam de saber que se o professor mandar um berro ou determinar um castigo, os paizinhos não vão a correr à escola desancar o professor. Precisam de sentir que a rédea que lhes damos é curta, que estão debaixo d'olho, que estamos por perto para os proteger, mas também para os responsabilizar.
Queridos pais, posto isto, devo dizer que eu, mãe de duas criaturinhas que amo como se não houvesse amanhã,sou bem capaz de perder a minha cabeça, (quase sempre sensata), se algum dos meus rebentos, - por culpa da vossa incompetência, negligência e estupidez titânica- sofrer na pele algo semelhante ao que se tem falado por aí...Por último, os vossos meninos hiperactivos, talvez não precisem de conversinhas no psicólogo, comprimidinhos para "zumbiar", nem palmadinhas nas costas. Talvez precisem mesmo é de uns bons açoites...uns "enxota moscas" bem dados, e se não resultar (em casos mais graves)... retirada estratégica das coisinhas que eles mais gostam...telemóvel, jogos, computadores...enfim...há muitas maneiras de colocar os putos na linha ( o meu pai usou algumas vezes um cinto, e olhem...não morri, nem traumatizei, que giro!) - fica portanto, mais uma sugestão.
Sobre a onda de violência que tem envolvido os nossos adolescentes nos últimos dias...
Queridos pais...colocar pequenos humanos no mundo dá muito trabalho e não se fica pelas cambalhotas, gemidelas, orgasmos e nove meses depois... o parto. Depois disto tudo é preciso amar...muito...incondicionalmente...ou se calhar...condicionalmente, porque os pequenos fedelhos precisam de limites, regras, ralhetes, palmadas na hora certa, precisam de ouvir Nãos para ganharem tolerância à frustração...em suma...os nossos adoráveis pirralhos, precisam que nós sejamos os pais e não os amigos. Amigos eles têm na escola...tenho dito. Precisam de saber que se o professor mandar um berro ou determinar um castigo, os paizinhos não vão a correr à escola desancar o professor. Precisam de sentir que a rédea que lhes damos é curta, que estão debaixo d'olho, que estamos por perto para os proteger, mas também para os responsabilizar. 
Queridos pais, posto isto, devo dizer que eu, mãe de duas criaturinhas que amo como se não houvesse amanhã,sou bem capaz de perder a minha cabeça, (quase sempre sensata), se algum dos meus rebentos, - por culpa da vossa incompetência, negligência e estupidez titânica- sofrer na pele algo semelhante ao que se tem falado por aí...Por último, os vossos meninos hiperactivos, talvez não precisem de conversinhas no psicólogo, comprimidinhos para "zumbiar", nem palmadinhas nas costas. Talvez precisem mesmo é de uns bons açoites...uns "enxota moscas" bem dados, e se não resultar (em casos mais graves)... retirada estratégica das coisinhas que eles mais gostam...telemóvel, jogos, computadores...enfim...há muitas maneiras de colocar os putos na linha ( o meu pai usou algumas vezes um cinto, e olhem...não morri, nem traumatizei, que giro!) - fica portanto, mais uma sugestão. 
Enfim...usem da criatividade para educar os vossos filhos ao invés de também vocês serem eternos "adultescentes", tão ou mais irresponsáveis que os monstrinhos que estão a criar. Se não forem capazes disto...por favor, não tenham filhos...nem pit bulls. 


Enfim...usem da criatividade para educar os vossos filhos ao invés de também vocês serem eternos "adultescentes", tão ou mais irresponsáveis que os monstrinhos que estão a criar. Se não forem capazes disto...por favor, não tenham filhos...nem pit bulls. wink emoticon

Wednesday, 13 May 2015

Quando é um amigo que diz estas coisas de nós, não há como resistir à emoção. Grata, Paulo Caiado. Imensamente grata!




"É sempre entusiasmante quando um autor caldense publica um livro. 
É ainda mais emocionante quando o autor, neste caso, uma autora, é uma amiga que lança o seu primeiro livro.
A Ana Cristina Pinto não precisa de favores. O seu talento foi expresso em inúmeros textos no seu blog ‘’Feiticeira’’ e só causa surpresa só agora avançar para a publicação do seu primeiro livro.
Quando a Ana Cristina Pinto terminou de o escrever e o apresentou às editoras decidiu arriscar e enviou o seu manuscrito a Luís Miguel Rocha, o autor do best-seller ‘’O Último Papa’’ e de outras obras que chegaram ao top de vendas., tornando-o um dos mais lidos autores portugueses.
Para quem não sabe, ‘’O Ultimo Papa’’ foi traduzido em diversas línguas, vendeu meio milhão de exemplares em todo o mundo e terá sido o primeiro romance português a chegar, nos Estados Unidos, ao top dos livros mais vendidos do jornal New York Times.
A Ana Cristina teve o descaramento de lhe pedir que avaliasse o seu romance e, caso o considerasse meritório, que escrevesse o seu prefácio. O que Luís Miguel Rocha veio a fazer!
O facto de LMR (que viria a falecer inesperadamente este ano com apenas 39 anos) ter acedido a apresentar o romance de Ana Cristina é já um garante da qualidade que reconheceu na obra.
Com tudo isto, estamos todos ansiosos por poder ler ‘’A Guardiã – O Livro de Jade no Céu’’.
O lançamento do livro será feito no dia 16 de Maio, às 16h30, no Sana Silver Coast Hotel em Caldas da Rainha e ela conta, claro está, com a presença de todos!"


Tuesday, 12 May 2015

Excertos



"Os olhos da rapariga afundavam-se num lago transparente, repleto de emoções que havia acumulado ao longo de toda a sua vida. Aquelas perguntas não eram afinal inéditas. Quantas vezes, se havia questionado já, sobre todo o propósito da humanidade, o propósito dos que a subjugam e comandam, o propósito afinal da sua própria vida?
– A religião só teve espaço para crescer porque a humanidade não conhece a sua verdadeira origem. Por isso, os homens sentem-se vulneráveis e aceitam atribuir um poder que é deles, àqueles que dão respostas, quaisquer que elas sejam, às suas maiores questões. Os líderes carismáticos sempre usaram e continuam a usar essa arma para manipular. E isto não tem apenas a ver com religião. Tem a ver com liderança, esteja ela onde estiver. Na política, nos mercados financeiros, na indústria… O medo tem escravos em todos os recantos."


( In " A Guardiã - O Livro de Jade do Céu)


Friday, 24 April 2015

A Guardiã - O Livro de Jade do Céu





"Neste romance exploro temas como a vida para além da morte, a reencarnação e a imortalidade da alma. Contudo,a ciência que tem um papel determinante na busca por provas (se elas existirem), destas realidades, também não foi esquecida.
É através da ciência que se abordam as possibilidades que circulam à volta do nascimento da matéria, do Universo, da Terra.
Este livro não é apenas para místicos, esotéricos, espiritualistas. Este livro é para todos aqueles que já colocaram a si próprios a questão: "De onde vimos? Para onde vamos?" Também aqui a narrativa nos coloca muitas vezes perante o mistério de quem somos.
Ao longo da trama deparamo-nos com os factos reais, com os mitos, com o nosso direito à espiritualidade,com a relevância religiosa e com as teorias que podem de alguma forma abalá-la, (como as de Zecharia Sitchin, especialista em linguagem cuneiforme que decifrou as polémicas placas de argila da Suméria).
Teremos realmente, nos primórdios dos tempos, sido alvos de engenharia genética por parte de outra ou outras raças oriundas de pontos distantes do Universo ou Multiversos?
Este, é um romance onde o amor entre uma mulher e dois arcanjos se sobrepõe ao preconceito, aos dogmas, ao medo e sobretudo ao peso das descobertas. É um romance que se sobrepõe à história e à lógica.
Este é um livro de ficção, mas em ficção pode dizer-se tudo. Inclusive a verdade."


Ana Cristina Pinto

E o Grande Dia está quase aí! 16 de Maio é dia de lançamento!


Já em pré-venda!




Wednesday, 8 April 2015

A não perder.É já amanhã!


Luis Miguel Rocha é o escritor que se segue no Contentor 13, recordando o sorriso aberto, as opiniões, os seus livros e a vida além da escrita.
Esta quinta-feira dia 9 de Abril, pelas 00h15, o Contentor 13, na RTP2.


Friday, 3 April 2015

Síndrome de Asperger ou Índigo? Doença ou benção?

(Ontem foi o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo. Republico um texto que escrevi há 1 ano atrás,quando tive o privilégio de conhecer dois seres humanos fantásticos. O Bruno e a sua mãe coragem, Mina Viana. Para ambos desejo as maiores felicidades.)

Nas últimas semanas tenho pesquisado muito sobre síndrome de Asperger. E tal como eu desconfiava, encontrei muitas correlações entre os "aspies" e os índigos. Cada vez, são mais os profissionais de saúde a chegar à conclusão que a síndrome de Asperger não é uma doença. Esta característica tão peculiar, é considerada um distúrbio neurológico grave pela restante sociedade, não porque o seja de facto, mas porque os aspies são diferentes.

Tenho alguém muito próximo, a quem foram detectadas muito cedo (por volta dos 4 anos de idade) as características de um índigo. Isto aconteceu na Fundação Portuguesa da Criança Índigo, - agora chamada Casa Índigo- depois de várias consultas em psicologia convencional. Anos mais tarde, sabemos que ele é Aspie.

Segundo os crentes na teoria das crianças da Nova Era, os índigos desde muito cedo, mostram dificuldades de sociabilização, começam a falar tarde (entre os 3 e os 4 anos) mas depois falam muitíssimo bem e usam um léxico muito mais desenvolvido que o das crianças da sua idade. São extremamente focados , quase obsessivos, quando fazem alguma coisa de que gostam. Apreciam rotinas, preferem discursos claros e objectivos e não são particularmente entendedores (à primeira) de metáforas ou charadas. São mais pragmáticos que emocionais e por vezes parecem-nos mal educados, mas na verdade eles são apenas extremamente honestos.São extremamente inteligentes em áreas que os apaixonam, podendo aí ser fácil confundi-los com sobre-dotados ou pequenos génios e desinteressam-se pelo resto.Costumam ter grande facilidade com números e têm uma capacidade fora do normal para memorizar factos, datas, e outros detalhes. Não gostam de desporto, não pela actividade em si, mas porque abominam as regras. Desprezam ambientes ruidosos. Detestam locais onde há muita gente,preferem livros e museus a outras actividades lúdicas. Têm tendência para se apaixonarem com facilidade e desde cedo por música clássica. Apreciam estar em casa , mais do que em qualquer outro lugar.São metódicos e organizados. Não são apreciadores do contacto físico com outras pessoas. Estes são os sintomas dos índigos.

Quem é que, conhecendo um aspie não o revê no que acabei de escrever? Sabe-se que dependendo da intensidade desta alteração de DNA, os aspies podem apresentar estas características de forma mais agudizada ou não.
A síndrome de Asperger é considerada a forma mais leve do autismo. Resta saber se efectivamente um aspie é um doente ou pelo contrário, é um Ser saudável, tão ou mais saudável que os restantes, e que, veio a este mundo para precisamente ajudar a curar uma sociedade doente.
Não nos podemos esquecer que todos temos um cérebro em que apenas 10% das suas potencialidades estão em funcionamento. Os 90% servem para quê?
Estarão os Aspies/ Índigos a usar um bocadinho mais que esses 10 % que nós usamos? Se eu tiver em conta que os maiores génios do mundo, como Eisntein, Mozart, ou Newton eram portadores da Síndrome de Asperger, diria que sim.


Thursday, 26 March 2015


"Os homens não são todos iguais. Essa ilusão vai-se desfazendo com o tempo, de desilusão em desilusão, até que cada um assuma a sua real posição na escala hierárquica da vida. Os poderosos mandarão sempre naqueles que detêm menos poder, os quais, por sua vez, imporão a ordem a outros menos poderosos ainda, e assim sucessivamente até se chegar aos que não têm poder nenhum, no fundo da cadeia alimentar da sociedade. "

A Filha do PAPA - Luís Miguel Rocha


Até um dia, Luis :(



A 22 de Abril de 2013 eu entrevistava Luis Miguel Rocha. Não ficámos amigos próximos, não saímos juntos para jantares ou copos, não frequentámos a casa um do outro. Falávamos por aqui e raras vezes por telefone. Comentávamos livros e autores e outros temas que nos suscitavam igual interesse. Ele acompanhava a minha escrita e eu admirava profundamente a dele.Optimista por natureza, não permitiu à doença que hoje o levou deste mundo, interferir na sua vontade férrea de continuar a escrever.

Em Setembro de 2014, depois de ter terminado o meu livro, ganhei coragem e mandei-lho. Queria uma opinião de alguém neutro, que não gostasse assim tanto de mim a ponto de me afagar o ego, dizendo bem de algo que poderia não estar tão bem assim. Passou um mês e o Luis não dizia nada. Passaram dois meses e o Luis continuava remetido ao silêncio. Com mil receios da pior resposta possível, eu também fiz silêncio. No inicio de Dezembro, recebo um e-mail do Luis, dizendo " Eu quero prefaciar o teu livro". Fiquei tão feliz,tão radiante com a notícia e ao mesmo tempo ainda mal podendo acreditar nela. O Luis queria prefaciar o meu livro!


Hoje o Luis morreu. Depois de uma luta sem tréguas contra um cancro estúpido como o são todos os cancros, o Luis deixou-nos. O Luis deixou-me. E deixou-me um prefácio.
O livro que, como várias vezes me pediste " Tem calma, vais arranjar uma boa editora", há-de sair, Luis. E com ele o teu prefácio. Agora mais do que nunca, com um orgulho enorme que tenhas sido tu, a escrevê-lo. Descansa em paz e onde estiveres, inspira quem te quer seguir as pegadas.



Sunday, 8 March 2015

Há qualquer coisa de mágico, nestes Seres que conhecem tão bem o verbo Amar.




Existe o dia da àrvore, o dia da rádio, da independência, de Camões, dos avós, do idoso, das crianças… das minorias. Mas,…das mulheres? Somos por acaso um grupo de risco, uma espécie em extinção, desprotegida, aos pés da humanidade? Somos? Não. Nós damos. Tanto! Damos vidas ao mundo, damos mundos à vida, damos honra e virgindade, corpo e coração… damos. 
É isto que fazemos. Somos mulheres. Damos. Educamos, mimamos, compreendemos e amamos. De uma forma que só nós sabemos amar. É inteiro o amor que damos. Inesgotável. Do amor ao pão para que outros não tenham fome, damos tudo. Do tempo ao sono para que outros descansem, entregamos ainda os sonhos. E fechamo-los. Esquecemo-los naquele milímetro quadrado que é o coração. Alimentamos os vivos e lavamos os mortos. O nosso corpo alimenta. Nutre. Dá prazer. E pela vida fora carregamos essa premissa. A de não fugir de quem precisa de nós. Acreditamos. Temos o dom de acreditar na humanidade que parimos. 
O primeiro amor que um homem conhece é o de uma mulher: O da mãe. Trazemos à luz da existência não apenas outras mulheres, mas também os homens. Aqueles que nos pisam, humilham, mal-tratam. E ainda assim abrimos as pernas para lhes mostrar a luz, abrimos os braços para lhes dar aconchego, e outra vez as pernas para lhes dar prazer. O coração, esse, trazemo-lo numa espécie de tombola mágica. Carregamo-lo sempre aberto sem nunca o abrirmos. O coração, trazemo-lo no peito, apertadinho, fechado a sete chaves para que nunca se perca cada homem que amámos, cada filho que nos traz a razão dos dias e o desassossego da vida enquanto um sopro dela nos atravessa o corpo. Guardamos. Tudo o que nos é precioso, guardamos, porque reconhecemos o valor das jóias raras. E o nosso coração é o cofre onde depositamos tudo o que nos tem valor, mas não tem preço. Somos tão especiais, nós, mulheres! Nascemos deusas, e como deusas caminhamos indiferentes aos rótulos e aos clichés. 
Que nos chamem de putas ou santas tanto faz. Umas e outras não fazem senão dar. Damos. Até as nossas mãos que já dão,voltamos a dar para levantar, acariciar, acalmar. Conhecemo-nos, impressões digitais de alquimias primevas, o poder de transformar. E transformamos. Trazemos nas pontas dos dedos esse dom de tocar o céu e trazê-lo à terra, se assim o quisermos. E não o fazemos, porque estudamos ou somos profissionais competentes. Se aumentamos a nossa erudição, fazemo-lo tão somente para que não nos olhem apenas como a mulher do soldado ou do pescador que aguenta a solidão, a fome, a luta inteira sozinha. 
Não é certamente para nos darem um dia no ano. Um dia em que nos dão flores, uma caixa de bombons e um sorriso de esmola: “Toma lá, hoje é o teu dia”. Todos os dias são nossos! Se todos os dias nós antevemos as dores dos outros e não temos medo de morrer para salvar, se todos os dias, damos por mal empregue o tempo em que dormimos porque é tempo em que não cuidamos, se todos os dias damos… damos com medo de pedir para que os outros não se melindrem… 
Então, todos os dias são nossos.



Tuesday, 16 December 2014

Uma bela critica! Obrigada, Francisco! :)



“Dificilmente passará pela cabeça de alguém que num livro aparentemente algo profético e com contornos bíblicos, contenha romance, sexo, suspense e aventura. Mas afinal, os deuses devem estar loucos e quem sabe se a autora não se conectou também com os planos superiores que evoca, ao tomar consciência total da sua espiritualidade. É a única justificação para o profundo conhecimento que revela sobre as matérias técnicas e dados históricos abordados, e ao mesmo tempo para tamanha imaginação, o que nos leva a questionar se Ana Cristina Pinto não será uma espécie de guardiã, como a personagem retratada no seu livro. Não é esse o papel do escritor, transportar-nos para outros mundos, em que a ficção se confunde com a realidade?”


(Francisco Gomes, jornalista do Correio da Manhã e CMTV)


Saturday, 8 November 2014

Sobre a (In) tolerância...




Quase tudo pode ser eliminado pelo seu oposto. O ódio pode erradicar o amor, o amor pode erradicar o ódio, a alegria/tristeza e o seu contrário, praticamente tudo pode ser banido graças à existência do seu inverso.

Do que me consigo lembrar, a única característica humana que foge a esta regra é a intolerância. Por mais que se faça para acabar com ela, resiste a tudo. Repare-se que numa guerra entre tolerantes e intolerantes, nunca, mas nunca é possível ganhar o tolerante.
Na frase " Eu sou intolerante com a intolerância", onde é que está o "erro"? Está no facto de que quem é intolerante com os intolerantes é intolerante consigo mesmo. E por mais que ele queira acabar com a intolerância, resistirá sempre pelo menos uma: A sua própria.
A tolerância, por definição aceita (tolera) tudo. Inclusive a intolerância. Ao contrário, o intolerante não aceita, não tolera nada. Nem mesmo a intolerância. Não se aceita nem a si próprio, e não se aceitando a si próprio condena-se a existir, porque se perpétua. Este é só mais um paradoxo como tantos outros. E o que eu amo nos paradoxos é que eles nos obrigam a defrontar a nossa pequenez e simultânea complexidade. Somos tão complicados, porra! Somos tão miudinhos, emaranhados, confusos! É disto que somos feitos. De confusão. Não há clareza nem linearidade. Por isso, quando nos queremos menos caóticos digo sempre: Impossível. Nós somos o caos. A experiência humana é o caos e talvez o seu grande objectivo não seja sair dele, mas aprender a viver nele. Sem culpas. Quem é que já pensou nisso?
Venham daí os defensores da tolerância e eu digo-vos que são tolos porque permitem à intolerância que continue a existir. Venham daí os intolerantes e eu digo-vos que são estúpidos porque continuarão a eternizá-la. Mas se temos que escolher entre uma coisa e outra, se entre os males temos que escolher o menor, acredito que entre uma e outra, a tolerância nos atira mais para o abismo. A palavra é mais bonita...o conceito, visto à superfície...muito mais agradável. Mas quando tudo se permite, dá-se azo a uma passividade e liberdade que também, tudo destrói. Talvez que, o grande paradigma dos nossos tempos não seja a obtenção de liberdade. Mas de limites. Os limites protegem-nos mais que a liberdade. Ou... o que de bom pode vir de uma carro que se conduz sem travões?