Há fotografias que não lembram ao diabo! :) (eclipse lunar)
Thursday, 17 July 2014
Wednesday, 16 July 2014
Tuesday, 15 July 2014
Jesus Cristo bebia cerveja
A Tell A Story lançou recentemente o seu primeiro livro de um autor português traduzido para inglês. O autor chama-se Afonso Cruz, e o nome do livro é: "Jesus Cristo bebia cerveja". Se por causa disto, nas celebrações religiosas, os padres começarem a trocar o habitual vinho por uma Guiness fresquinha, até eu começo a ir à missa. Com um bocadinho de sorte, talvez venha um copito a acompanhar a tradicional hóstia. E com um bocadinho mais de sorte, ainda aparece outro livro com o nome: Jesus Cristo comia Gambas à La Guilho.
Tuesday, 10 June 2014
Bonecas do prazer
Existem homens que simplesmente não conseguem amar mulheres verdadeiras. Em vez disso, compram bonecas realistas (sex dolls) que acumulam em casa, um harém de silicone, nas quais já gastam fortunas. É a elas que recorrem para “amor, afecto e sexo“. “Uma rapariga humana pode ser-te infiel ou trair-te às vezes, mas estas bonecas nunca fazem essas coisas.Elas pertencem-me a 100 %.”
What a fucked up guy… ! E parece que esta incapacidade de relacionamento humano, de estabelecer uma relação afectiva/amorosa/sexual com outro ser humano, afecta cada vez mais homens no Japão…
Haverá algo mais triste que a incapacidade de amar (e ser amado)?…
Lembram-se do filme “Boneca Mecânica”, com a Melanie Griffith (Cherry 2000)?
Eu gosto imenso deste género de filmes que exploram a fronteira homem-máquina (Terminator, Bicentennial Man, I Robot, Artificial Inteligence, etc), o tema fascina-me. Claro que a Cherry realmente parecia uma mulher verdadeira, era um robot hiper-realista. Estas são apenas bonecas imóveis.
Espero que um dia estas bonecas-robot sejam mesmo muito realistas e hiper-baratas, talvez o tráfico, violação e escravização, abuso e violência dos homens (e algumas mulheres!) sobre as mulheres (reais) acabe, se as bonecas servirem a procura de sexo e violência por parte de homens perturbados e/ou sem escrúpulos.
Vi há umas semanas na televisão um filme sobre esta questão e fiquei horrorizada.
Uma coisa é ler sobre isso e ver uma coisa aqui e outra ali, outra é espreitar a vida de alguém concreto enredado nesse pesadelo do tráfico e exploração sexual de mulheres…
Não compreendo como pode haver gente tão cruel…
Monday, 9 June 2014
Sunday, 8 June 2014
Homens sem imaginação
É verdade que Proust disse que as mulheres belas deviam de ser deixadas para os homens sem imaginação. Mas também é verdade que Proust era gay.
Monday, 2 June 2014
Tuesday, 20 May 2014
Como é que isso funciona no dia-a-dia?
Falo, naturalmente, das unhas super-extra-longas-Cruella-Devilish.
A sério, eu não compreendo como é que dá para fazer a vida do quotidiano com umas unhas que vão daqui a Bagdad.
Assim por alto, consigo lembrar-me de que provavelmente nem conseguiria apertar o fecho das calças,quanto mais enfiar uns collants nas pernas, ou até mesmo lavar os dentes, sem acertar numa bochecha.
Posto isto, temo dizer que as verdadeiras heroínas são as lojistas, senhoras da limpeza, secretárias e demais profissões que envolvam grande uso de mãos ( vá lá consigo lembrar-me de outras mas não quero ser brejeira ), pois eu nunca seria capaz de fazer o que quer que fosse no meu dia-a-dia sem acabar com uma vista vazada.
Falo, naturalmente, das unhas super-extra-longas-Cruella-Devilish.
A sério, eu não compreendo como é que dá para fazer a vida do quotidiano com umas unhas que vão daqui a Bagdad.
Assim por alto, consigo lembrar-me de que provavelmente nem conseguiria apertar o fecho das calças,quanto mais enfiar uns collants nas pernas, ou até mesmo lavar os dentes, sem acertar numa bochecha.
Posto isto, temo dizer que as verdadeiras heroínas são as lojistas, senhoras da limpeza, secretárias e demais profissões que envolvam grande uso de mãos ( vá lá consigo lembrar-me de outras mas não quero ser brejeira ), pois eu nunca seria capaz de fazer o que quer que fosse no meu dia-a-dia sem acabar com uma vista vazada.
Wednesday, 14 May 2014
A Poesia dos Números
Na matemática, obtém-se uma forma aproximada de um coração através da seguinte fórmula: (x2+y2-1)3-x2y3=0. É a chamada curva implícita. Afinal de contas, uma designação poética. Quem diria?
Tuesday, 13 May 2014
Se eu mandasse em Portugal, a ASAE deixava de fiscalizar casas de pasto e os respectivos prostíbulos anexos. Deixava de implicar com madeiras emporcalhadas e cagava na cena dos PPL-PPP-PPC (pia-para-legumes; pia-para-peixe e o resto já sabem).
A ASAE para já mudava logo de nome porque eu não o entendo na sua totalidade: “Autoridade de Segurança Alimentar e Económica” - eu entendo o que seja segurança alimentar, afinal temos de estar atentos ao que metemos na boca, na medida do possível. Mas segurança económica? São poucos os que podem dizer “sinto-me seguro economicamente”. E esta segurança nada parece ter a ver com a ASAE.
Mas, como dizia, a ASAE transmutar-se-ia para a Autoridade de Segurança Auditiva e Económica (afinal não interessa se uma pessoa entende ou não o termo, acabo de aprender que o que importa é soar bem) e passava a fiscalizar locais de diversão diurna de entrada livre, como a Stadivarius ou a Bershka.
Licença comercial só após o cessar de uma Rihanna esganiçada em alto volume de som. Logo teríamos uma larga massa de adolescentes em crise existencial. Arrisco algumas razões:
a. talvez uma toada sexy-fresh-pop ajude a esquecer a falta de dinheiro para comprar metade da loja
b. talvez uma toada sexy-fresh-pop ajude as adolescentes a sentirem-se sexy-fresh-pop ao espelho com os trapinhos igualmente sexy-fresh-pop (é todo um universo…)
c. talvez uma toada sexy-fresh-pop deixe os funcionários sem qualquer capacidade para pensar na merda da vida.
d. talvez uma toada sexy-fresh-pop abafe os comentários das fêmeas mais ranhosas (“o cu dela não cabe ali…no way!”)
Fortes neuras e stresses domésticos são a incapacidade dos progenitores actuais.
Se pensarmos em pequena escala vamos dar ao fim do mundo.
Vejamos:
200 adolescentes ficam histéricas porque a Pull estava em total silêncio. Cada uma delas fica frustrada porque esteve atenta o suficiente para ler as etiquetas dos preços.
Depois de toda a tensão para escolher apenas uma peça apercebe-se que terá de fazer uma cirurgia para ter mamas. Sai do vestiário e ouve uns risinhos trocistas que põem fim à amizade de semanas e semanas. Estas 200 adolescentes seguem em fúria para casa.
E já estão a ver o filme – mães em pânico, pais que não cedem ao diálogo, tias que põem água na fervura, uma tensão de morte durante dias até que, 200 adolescentes resolvem experimentar cocaína. E estas 200 adolescentes espalhadas por vários estabelecimentos de ensino…é uma bola de neve. Se isto ocorresse numa altura como esta: febre das comprinhas para o verão + exames, imaginem…
De modos que a minha teoria bate certo – a música imprópria para consumo nos estabelecimentos comerciais tem tudo a ver com o lado ordeiro de um povo. Tenho dito.
A ASAE para já mudava logo de nome porque eu não o entendo na sua totalidade: “Autoridade de Segurança Alimentar e Económica” - eu entendo o que seja segurança alimentar, afinal temos de estar atentos ao que metemos na boca, na medida do possível. Mas segurança económica? São poucos os que podem dizer “sinto-me seguro economicamente”. E esta segurança nada parece ter a ver com a ASAE.
Mas, como dizia, a ASAE transmutar-se-ia para a Autoridade de Segurança Auditiva e Económica (afinal não interessa se uma pessoa entende ou não o termo, acabo de aprender que o que importa é soar bem) e passava a fiscalizar locais de diversão diurna de entrada livre, como a Stadivarius ou a Bershka.
Licença comercial só após o cessar de uma Rihanna esganiçada em alto volume de som. Logo teríamos uma larga massa de adolescentes em crise existencial. Arrisco algumas razões:
a. talvez uma toada sexy-fresh-pop ajude a esquecer a falta de dinheiro para comprar metade da loja
b. talvez uma toada sexy-fresh-pop ajude as adolescentes a sentirem-se sexy-fresh-pop ao espelho com os trapinhos igualmente sexy-fresh-pop (é todo um universo…)
c. talvez uma toada sexy-fresh-pop deixe os funcionários sem qualquer capacidade para pensar na merda da vida.
d. talvez uma toada sexy-fresh-pop abafe os comentários das fêmeas mais ranhosas (“o cu dela não cabe ali…no way!”)
Fortes neuras e stresses domésticos são a incapacidade dos progenitores actuais.
Se pensarmos em pequena escala vamos dar ao fim do mundo.
Vejamos:
200 adolescentes ficam histéricas porque a Pull estava em total silêncio. Cada uma delas fica frustrada porque esteve atenta o suficiente para ler as etiquetas dos preços.
Depois de toda a tensão para escolher apenas uma peça apercebe-se que terá de fazer uma cirurgia para ter mamas. Sai do vestiário e ouve uns risinhos trocistas que põem fim à amizade de semanas e semanas. Estas 200 adolescentes seguem em fúria para casa.
E já estão a ver o filme – mães em pânico, pais que não cedem ao diálogo, tias que põem água na fervura, uma tensão de morte durante dias até que, 200 adolescentes resolvem experimentar cocaína. E estas 200 adolescentes espalhadas por vários estabelecimentos de ensino…é uma bola de neve. Se isto ocorresse numa altura como esta: febre das comprinhas para o verão + exames, imaginem…
De modos que a minha teoria bate certo – a música imprópria para consumo nos estabelecimentos comerciais tem tudo a ver com o lado ordeiro de um povo. Tenho dito.
Sunday, 11 May 2014
Orgulho besta
E há quem se deixe ressequir por dentro, assim, por coisa tão pouca?
(perguntas de resposta óbvia.)
Os brasileiros chamam-lhe, salvo erro, «orgulho besta».
(perguntas de resposta óbvia.)
Os brasileiros chamam-lhe, salvo erro, «orgulho besta».
O adjectivo é devido, porque a estupidez revela-se em toda a linha de manifestação desta terrível forma de sentimento. Também sou orgulhosa – quem o não é? – e também me custa dar o braço a torcer. Mas há um ponto de sufocação, de ânsia por uma aproximação, uma explicação ou um passo em frente, que me derrota invariavelmente os «orgulhos bestas», por inexpugnável que pareça a fortaleza em que se barricaram, num prazo que nunca ultrapassa os dois dias.
É, deduzo, virtude da minha condição feminina. Estou, de resto, pronta a admitir que, mais do que a expressão de uma índole conciliadora, esteja em causa a propensão da mulher para verbalizar os seus estados de alma e esvaziar em jactos de palavras os copos de águas turvas que vai enchendo gota a gota.
O certo é que consigo quebrar o silêncio e pedir - como peço - desculpa. Razão por que não conto morrer de estupidez. Porque o «orgulho besta» é dos tais que recusam, sem um estremecimento de dúvida, o amor, a compreensão, a mão estendida, mesmo que ao fazê-lo risquem da sua vida qualquer hipótese de felicidade.
Wednesday, 23 April 2014
Os cínicos da solidariedade dizem que as pessoas só ajudam os outros porque se querem sentir melhor. E têm razão. Quase nada na vida é feito sem egoísmo. Mas a questão é que há egoísmos bons.
Friday, 18 April 2014
Páscoa
A Páscoa é para mim a época mais especial do ano. Ainda mais que o Natal, que adoro. Mas a Páscoa tem para mim um sentido especial. Único. Não porque Jesus tenha morrido e ressuscitado ao 3º dia.
Na verdade nem sei se tal aconteceu e não me interessa tão pouco.
Interessa-me que a Páscoa marca o fim da passagem por este mundo, de alguém que quer tenha vivido exactamente como descrevem os livros sagrados- o filho de Deus-, quer tenha vivido com um homem excepcional que deixou uma mensagem ímpar, poderosíssima e intemporal, foi, em qualquer dos casos, um homem inspirador, dotado de um QI impressionante, que o soube usar para o que vale realmente a pena: Construir, Unir, Pacificar, Nutrir, Amar.
Sejamos nós capazes de seguir os seus passos, mesmo que não todos, um pedaço do seu trilho e o mundo será efectivamente aquele que (pelo menos assim o dizemos), desejamos alcançar.
Uma Páscoa Feliz para todos.
Tuesday, 15 April 2014
Não há tempo para perder tempo...
Nada nos muda mais e melhor do que os anos. 4 ou 5 vezes as mãos cheias de anos, são uma metamorfose implacável, intransigente e irrecusável. Não há quem não se reformule, endureça e mude definitivamente as lentes com que olha o mundo à sua volta.
Hoje, depois de em cada dedo eu contar um ano e multiplicá-los aos 10 por 4, as minhas mãos cheias de vivências estão mais hábeis mas também mais ásperas. E quem pode censurar?
Quem pode dizer com total honestidade que nas curvas da vida nunca derrapou, nunca embateu numa árvore, num muro, nunca capotou e perdeu a esperança de que a meio da noite, num local inóspito e isolado ninguém aparecesse para o salvar? Ou que as forças lhe falhassem para procurar ajuda? São esses momentos que nos tornam mais solitários, às vezes orgulhosamente solitários e convictos de que tantos embates serviram ao menos para nos ajudar a seguir em frente sem outra mão a guiar-nos os passos.
O tempo muda-nos. Reveste-nos com uma pelicula de arrogância, quer queiramos quer não. Não porque deixemos de ser humildes, mas porque aprendemos a adaptar a nossa humildade às circunstâncias.
Acabamos por perceber que quem se afasta de nós há 3, 2 ou mesmo 1 década atrás, não poderá em boa verdade reconhecer-nos quando se dá um reencontro. Talvez as feições traiam as nossas mudanças interiores e nos denunciem a pessoa que sempre fomos. Mas basta que nos falem, 5 ou dez minutos, não mais que isso, e serão óbvias as diferenças.
Já não dizemos que estamos bem quando não estamos, mas também já não somos ingénuos ao ponto de pensar que a pergunta exige uma resposta.
Morre-nos um pouco, todos os dias, a paciência para coisas que antes nos passavam ao lado e somos surpreendidos com a nossa capacidade de seleccionar o que vale ou não a pena deixar passar ao lado. Já não temos tempo a perder com o que nos desagrada ou fere.
Sabemos reconhecer o cinismo venha ele de onde vier e sabemos também lidar com ele nem que para isso seja necessário reagirmos como um espelho.
Já não nos melindramos com críticas nem nos deixamos bajular com elogios.
O tempo mata-nos muita coisa. E não damos pela sua morte até ao momento em que nos sentimos capazes de desistir do que não nos faz bem. E isso, o tempo também nos ensina.
Nem sempre desistir é mau. Nem sempre é sinal de fraqueza, de cobardia e muito menos de fracasso. É tantas vezes o contrário.
Morre-nos com o passar dos dias, também a vontade de agradar a quem na verdade não agradamos, de amar quem não nos ama.
Os dias que passam por nós, na verdade não passam. Esperam que nós passemos por eles. E vão-nos contando muitos segredos. E quando menos esperamos já eles nos confidenciaram que não vale a pena tentarmos retê-los, seja para o que for, porque seja qual for a nossa vontade, eles só fazem o que querem e ensinam-nos a fazer o mesmo. A fazermos o que queremos, a irmos para onde e com quem queremos.
Deixamos de aceitar jogos, manipulações e mentiras. Ambas as mãos repletas de anos trazem-nos trilhos que sulcam a nossa pele, mas são esses trilhos as marcas de aprendizados que quem se atreve a ignorar recusa a sua própria história.
Nada que os anos ensinam é tão importante como a visão exacta da importância.
Da importância das pessoas com quem convivemos, da importância das coisas que nos são ditas, da importância das coisas que por nós são feitas, da importância do que somos.
Num dia, ou numa noite em que o tempo que já vivemos nos atravessa os sentidos e nos sustém as memórias, todos os relógios do mundo se unem numa conspiração atemorizante sobre nós mesmos e a nossa própria importância. A importância do que somos.
E invariavelmente, acredito, a conclusão é sempre a de que somos tão mais importantes quanto o que amámos e fomos amados. E é isto. Ambas as mãos repletas de anos resumem-se a isto: A esta simplicidade, que de tão grande é ridícula. Não importa mais nada.
O que temos, o que conquistámos o quanto nos realizámos. O que pode realmente mudar a nossa trajectória, o que pode genuinamente penetrar no nosso âmago e transformá-lo numa casca de noz à deriva, é descobrirmo-nos impedidos de amar e de sermos amados.
Para os que são pais, serão eles, os filhos, os responsáveis por esse equilíbrio entre nós mesmos e o passar dos dias. Para os que são pais, são eles, os filhos, os transmissores de que passamos a depender para nos comunicarmos internamente.
Para os que são pais, são eles, os filhos, a razão maior da nossa vida, do nosso amor, do nosso tempo. Perdendo um filho, não há apenas um ciclo que se fecha.
Há um vórtice que se abate sobre nós e nos impulsiona para uma realidade paralela, onde tudo o que os nossos dias nos ensinaram ao longo de décadas da nossa existência perde o sentido e a razão.
E o tempo, esse professor implacável, dá-nos senão a derradeira, a maior das lições: A de que, termos ao nosso lado quem nos ama e quem amamos é que o faz valer verdadeiramente a pena.
Lembrei-me agora que queria falar sobre isto. talvez alguém por aqui me consiga elucidar.
Eu sou mulher, é certo ( não tenho duvidas, juro!) eheheh...mas as mulheres têm coisas que eu não entendo. Alguém me explica, porque é que há algum tempo atrás, elas usavam pestanas postiças, querendo fazer crer que eram verdadeiras e agora usam máscaras (rimmel) nas pestanas verdadeiras com efeito de pestanas falsas?
Estou confusa...há coisas que me dão vontade de ser gajo...
Eu sou mulher, é certo ( não tenho duvidas, juro!) eheheh...mas as mulheres têm coisas que eu não entendo. Alguém me explica, porque é que há algum tempo atrás, elas usavam pestanas postiças, querendo fazer crer que eram verdadeiras e agora usam máscaras (rimmel) nas pestanas verdadeiras com efeito de pestanas falsas?
Estou confusa...há coisas que me dão vontade de ser gajo...
Saturday, 5 April 2014
Wednesday, 26 March 2014
“Como provar aos homens o quanto estão enganados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, quando eles nem mesmo sabem que envelhecem justamente, quando deixam de se apaixonar?!”
―Gabriel García Marquez
―Gabriel García Marquez
Tuesday, 18 March 2014
Livros
É a democratização da cultura. Escrevem-se livros.
Quase toda a gente escreve um livro.
100 páginas quando muito e já está. Sem sumo, mau português.
A maioria são poemas ou estórias que não acrescentam nada à vida de quem os lê. São assim os democratas da cultura.
Mulheres que se dizem poetas, homens que se auto proclamam de poetisas...absurdo? Já o li, escrito por gente que assina livros!! Todos autores, escritores da sua vaidadezinha pessoal irritante.
E depois há os outros. Os que não querem atirar com nada para as editoras antes da certeza, ou pelo menos a convicção de que vai valer a pena. Não para o autor mas para o leitor. Porque quem tem que ganhar com um livro é o leitor.
Se eu não for capaz de transportar quem me lê para dentro da estória ou da história; se eu não for capaz de o fazer sentir a brisa marítima, enquanto ela o espera no cais; se eu não lhe puder levar o perfume das açucenas; se o meu drama, romance, comédia, tragédia, não invadir o espaço em que aquele livro se abriu; se eu não provocar um soluço, um arrepio, uma gargalhada, o medo a invadir os ossos de quem se retesou na cadeira e virou a página com o coração aos pulos...então porquê escrever, apresentar...vender...tentar ser algo que não sou, porquê escrever?
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