Wednesday, 20 May 2015

Sinopse


E se tudo o que conheces sobre as origens da Terra estiver errado?
Entre a vila medieval de Óbidos, a terra vermelha de Petra e as brumas da ilha mítica de Avalon, uma mulher confronta-se com o destino: Descobrir o seu potencial divino e salvar a humanidade. Enquanto se vê envolvida numa disputa entre as forças da Luz e das Trevas pelo domínio da Terra, divide-se entre o amor de dois arcanjos. Um triângulo amoroso que a arrebata, transforma e leva-a numa exaustiva viagem pelo mundo, em busca das míticas páginas de um livro sagrado. Nele, estão contidos os segredos das origens da humanidade e o seu propósito.
Uma obra de ficção repleta de aventura, romance e suspense que une a história, a religião e a ciência.
O ponto de partida, esse, é num tempo tão remoto, que nada do que hoje conhecemos existia ainda e o planeta se aventurava pela primeira vez na imensidão do cosmos.


Também à venda na Amazon.com e na Amazon.br!

Um trecho de "A Guardiã – o Livro de Jade do Céu" de Ana Cristina Pinto.



Capital Books

Em entrevista...


Entrevista a Ana Cristina Pinto autora de A Guardiã – O Livro de Jade do Céu

Ana Cristina Pinto é natural do Cadaval, onde nasceu em 1970. Residiu durante alguns anos em Lisboa e no Luxemburgo e atualmente mora nas Caldas da Rainha. Foi jornalista e animadora de rádio. Dedica-se a traduções e à escrita enquanto copywriter e blogger. 


O Marcas de Leitura esteve à conversa com Ana Cristina Pinto autora de A Guardiã – O Livro de Jade do Céu


Obrigada pelas simpáticas e gentis palavras com que nos brindou e pelo tempo que nos dispensou.


1) Fale-nos um pouco de si?

Sou mãe. Sou jornalista, sou copywriter e mais uma data de outras coisas ligadas à escrita. Inclusive bloguer. Tenho blogues desde 2004, uns mais intimistas que outros, se bem que actualmente mantenho apenas um que me serve de escape para falar sobre o que me rodeia e expressar a minha opinião sobre o que vai acontecendo pelo mundo. Sou corajosa, determinada, aventureira, teimosa, mau feitio às vezes, risonha, (rio de tudo, principalmente de mim mesma), uma eterna optimista, romântica incurável e feliz. Sou sobretudo uma mulher feliz.


2) Como começou a sua paixão pelos livros e quando surgiu o gosto pela escrita?


Paixão pelos livros, desde sempre. Já em criança preferia livros a bonecas. A paixão pela escrita, tenho-a desde que aprendi a escrever. Daí ter optado pelo jornalismo e simultaneamente ter dedicado sempre, muito do meu tempo à escrita criativa.

3) Faz da escrita profissão?

Se falarmos do jornalismo, e da minha actividade enquanto copywriter, sim, faço. Enquanto autora de livros, talvez no futuro. Veremos.

4) De onde surgem os seus personagens, imaginação ou realidade?

De ambos. Os meus personagens são uma mistura de realidade com ficção, sempre.

5) Quantos livros já escreveu, qual o seu personagem favorito?

Este é na verdade o meu segundo livro escrito, mas o meu primeiro a ser publicado. O primeiro livro que escrevi, está ainda na “gaveta”, chama-se “ Espero por ti em Dezembro” e é bem provável que seja a minha segunda publicação.

6) Já alguma vez se deparou com pessoas a ler um livro seu? Se sim, qual a sensação?

Como este é primeiro livro a ser publicado, ainda não aconteceu. Mas creio que um dia destes acontecerá, e tenho a certeza de que a sensação será muito gratificante.

7) Quando está a escrever um livro partilha a história com alguém?

Claro! Chateio imenso os meus filhos e alguns amigos/amigas mais chegados. Peço-lhes opiniões sobre o que vou escrevendo e com base nelas vou tentando melhorar o que não estiver tão bem. Não mostro tudo, mas é importante para mim, perceber se os outros gostam. Afinal, se escrevo para que me leiam, a validação que vem do exterior tem sempre o seu peso.

8) Qual o seu autor e livro favorito, segue o género literário dele, ou adopta outro?

Eu tenho vários autores favoritos. Desde sempre, Harold Robbins, Siba shakib, Jeffrey Archer, Tolkien e George R.R.Martin(no género fantástico), e sempre, sempre os portugueses Lobo Antunes (adoro!), Fernando Pessoa, Miguel Torga, Natália Correia, Eça, claro, e os contemporâneos, Luís Miguel Rocha, José Rodrigues dos Santos, Inês Pedrosa, José Luís Peixoto, Miguel Esteves Cardoso…enfim… são muitos. “ Deus veio ao Afeganistão e chorou” da jornalista iraniana Siba Shakib, é muito provavelmente um dos meus livros favoritos. Quanto ao estilo literário, admito que talvez haja alguma influência de alguns deles, mas sigo o meu próprio estilo, que espero, seja realmente diferenciado.

9) Quando termina de escrever um livro, qual o sentimento?

Fico triste. Sinto saudades dos personagens. E se por um lado quero chegar ao fim rapidamente, por outro tento protelar o máximo que posso o dia em que escrevo o último capítulo. É por isso que no caso deste romance, “ A Guardiã- O Livro de Jade do Céu”, gostei tanto dos personagens que tenho que os trazer de novo à minha vida. O segundo livro desta saga, já está a ser preparado.

10) Como vê o momento actual da Literatura em Portugal?

Com alguma apreensão. Existem imensos autores em Portugal. São de facto tantos autores que quase me leva a acreditar, que já são mais os que escrevem livros do que os que compram livros. Acho que as editoras têm muita responsabilidade nisso. Especialmente as pseudo-editoras, que na verdade não passam de gráficas que querem lucrar à força com tudo o que aparece para publicar e depois deixam o autor completamente sozinho, com uma centena ou duas de exemplares que nunca vai conseguir vender. Está portanto a favorecer-se a quantidade em detrimento da qualidade. E isto é uma” faca de dois gumes”, se por um lado se dá mais oportunidades aos novos autores (o que é bom), por outro lado, confundem-se mais os leitores e os livreiros na hora de optar por um título/autor ou outro. E isso é mau. A acrescentar a isto, devo dizer que tenho imensa pena que ainda exista o tal estigma do “ se é português, não presta”. Uma das razões pela qual os grandes grupos editoriais são tão renitentes em apostar em novos autores nacionais, é precisamente porque os leitores olham sempre com alguma desconfiança para livros de autores portugueses. E não compram. Importamos mensalmente uma quantidade impressionante de títulos estrangeiros, cujos autores são francamente maus, e deixamos nas prateleiras das livrarias, excelentes autores portugueses. É uma pena. Uma realidade que é preciso mudar.

11) Como vê a divulgação dos bloggers literários?

Acho que é de louvar o trabalho que blogues como o Marcas de Leitura desenvolvem. É de certeza uma das muitas maneiras de mudar a tal realidade de que falava há pouco. É preciso aproximar os autores portugueses dos leitores, especialmente os novos autores que têm qualidade e que lutam por um lugar neste mundo literário. Esse é um trabalho que blogues como este, estão a fazer muitíssimo bem.

12) Quer deixar alguma mensagem especial aos seguidores do blog Marcas de Leitura?

Gostaria de dizer, antes de mais, que agradeço profundamente esta oportunidade que o Marcas de Leitura me deu para divulgar o meu trabalho. E já agora aproveitar para convidar os leitores deste blogue notável, para serem meus leitores também. “ A Guardiã- O Livro de Jade do Céu”, está aí. É um romance de ficção, com uma componente histórica muito forte, aliada à fantasia. Na verdade, este livro é como que um mundo alternativo que nos faz pensar na quantidade imensa de coisas que poderíamos/deveríamos mudar no nosso, de modo a torna-lo melhor. Acredito que é essa a grande missão de cada um de nós. Tornar este mundo melhor. Pensem nisso.


Para já fico-me por aqui e agradeço desde já a sua disponibilidade e simpatia, foi um prazer.
Muito obrigada Ana Cristina desejo-lhe os maiores sucessos!


A primeira crítica!

“Dificilmente passará pela cabeça de alguém que num livro aparentemente algo profético e com contornos bíblicos, contenha romance, sexo, suspense e aventura. Mas afinal, os deuses devem estar loucos e quem sabe se a autora não se conectou também com os planos superiores que evoca, ao tomar consciência total da sua espiritualidade. É a única justificação para o profundo conhecimento que revela sobre as matérias técnicas e dados históricos abordados, e ao mesmo tempo para tamanha imaginação, o que nos leva a questionar se Ana Cristina Pinto não será uma espécie de guardiã, como a personagem retratada no seu livro. Não é esse o papel do escritor, transportar-nos para outros mundos, em que a ficção se confunde com a realidade?”


(Francisco Gomes, jornalista do Correio da Manhã e CMTV)


" A Guardiã- O Livro de Jade do Céu"

"Num mundo habitado também por seres provindos de universos místicos, o futuro da Humanidade está nas mãos de Luana, uma arqueóloga que vive em Óbidos e se apaixona por um arcanjo celestial. Uma viagem por um universo paralelo, repleto de aventura e espiritualidade.Uma história empolgante, que envolve um inesperado triângulo amoroso numa demanda pela salvação da Terra. "
À venda também na Amazon. Em breve nas Lojas Fnac!


Quem quer?

Caros amigos, apelo a todos os que já me pediram para enviar exemplares da " Guardiã- O Livro de Jade do Céu" que tenham o cuidado de identificar o vosso nome na transferência ou em alternativa, enviem o comprovativo de pagamento para o meu e-mail : anagaspar.cristina@gmail.com. Desta forma não haverá o risco de eu (não sabendo quem pagou), enviar o livro para quem não o fez e falhar com pessoas que fizeram o pagamento. Espero que compreendam. É para que não haja qualquer problema com as entregas que vos peço isto. Quem tiver interesse em adquirir o livro deve enviar-me mensagem privada com o pedido, nome a quem devo dedicar e endereço. Obrigada!


A Página que se abre para o mundo da Guardiã!

https://www.facebook.com/pages/Ana-Cristina-Pinto/877680248938520?pnref=story

Obrigada Francisco!



"O autógrafo e a foto com a escritora Ana Cristina Pinto após a apresentação de "A Guardiã - O Livro de Jade do Céu”
É uma honra ter o nome associado a tão atractiva obra desta promissora autora"


(Francisco Gomes, jornalista CM e CMTV e Chefe de Redação do Jornal das Caldas)

E está lançado!

Dia 16 de Maio foi para mim, um dia de muita gratidão! Senti-me (como ainda me sinto), feliz, realizada e com a certeza de que cada minuto que dediquei à " Guardiã" valeu muito a pena. Vocês fizeram valer a pena! Entre amigos, conhecidos, desconhecidos e família ( especialmente aqueles que me trouxeram ao mundo e os que eu trouxe ao mundo, todos reunidos na mesma sala ( só agora me dei conta- grande falha- não tenho uma foto com os meus filhos), o dia foi inesperadamente glorioso e será para todo o sempre inesquecível. Muito obrigada a todos os que estiveram presentes e partilharam comigo deste momento tão especial.  A todos os que compraram o livro, espero que gostem tanto de o ler, como eu gostei de o escrever.








Thursday, 14 May 2015


Bullying

Sobre a onda de violência que tem envolvido os nossos adolescentes nos últimos dias...
Queridos pais...colocar pequenos humanos no mundo dá muito trabalho e não se fica pelas cambalhotas, gemidelas, orgasmos e nove meses depois... o parto. Depois disto tudo é preciso amar...muito...incondicionalmente...ou se calhar...condicionalmente, porque os pequenos fedelhos precisam de limites, regras, ralhetes, palmadas na hora certa, precisam de ouvir Nãos para ganharem tolerância à frustração...em suma...os nossos adoráveis pirralhos, precisam que nós sejamos os pais e não os amigos. Amigos eles têm na escola...tenho dito. Precisam de saber que se o professor mandar um berro ou determinar um castigo, os paizinhos não vão a correr à escola desancar o professor. Precisam de sentir que a rédea que lhes damos é curta, que estão debaixo d'olho, que estamos por perto para os proteger, mas também para os responsabilizar.
Queridos pais, posto isto, devo dizer que eu, mãe de duas criaturinhas que amo como se não houvesse amanhã,sou bem capaz de perder a minha cabeça, (quase sempre sensata), se algum dos meus rebentos, - por culpa da vossa incompetência, negligência e estupidez titânica- sofrer na pele algo semelhante ao que se tem falado por aí...Por último, os vossos meninos hiperactivos, talvez não precisem de conversinhas no psicólogo, comprimidinhos para "zumbiar", nem palmadinhas nas costas. Talvez precisem mesmo é de uns bons açoites...uns "enxota moscas" bem dados, e se não resultar (em casos mais graves)... retirada estratégica das coisinhas que eles mais gostam...telemóvel, jogos, computadores...enfim...há muitas maneiras de colocar os putos na linha ( o meu pai usou algumas vezes um cinto, e olhem...não morri, nem traumatizei, que giro!) - fica portanto, mais uma sugestão.
Sobre a onda de violência que tem envolvido os nossos adolescentes nos últimos dias...
Queridos pais...colocar pequenos humanos no mundo dá muito trabalho e não se fica pelas cambalhotas, gemidelas, orgasmos e nove meses depois... o parto. Depois disto tudo é preciso amar...muito...incondicionalmente...ou se calhar...condicionalmente, porque os pequenos fedelhos precisam de limites, regras, ralhetes, palmadas na hora certa, precisam de ouvir Nãos para ganharem tolerância à frustração...em suma...os nossos adoráveis pirralhos, precisam que nós sejamos os pais e não os amigos. Amigos eles têm na escola...tenho dito. Precisam de saber que se o professor mandar um berro ou determinar um castigo, os paizinhos não vão a correr à escola desancar o professor. Precisam de sentir que a rédea que lhes damos é curta, que estão debaixo d'olho, que estamos por perto para os proteger, mas também para os responsabilizar. 
Queridos pais, posto isto, devo dizer que eu, mãe de duas criaturinhas que amo como se não houvesse amanhã,sou bem capaz de perder a minha cabeça, (quase sempre sensata), se algum dos meus rebentos, - por culpa da vossa incompetência, negligência e estupidez titânica- sofrer na pele algo semelhante ao que se tem falado por aí...Por último, os vossos meninos hiperactivos, talvez não precisem de conversinhas no psicólogo, comprimidinhos para "zumbiar", nem palmadinhas nas costas. Talvez precisem mesmo é de uns bons açoites...uns "enxota moscas" bem dados, e se não resultar (em casos mais graves)... retirada estratégica das coisinhas que eles mais gostam...telemóvel, jogos, computadores...enfim...há muitas maneiras de colocar os putos na linha ( o meu pai usou algumas vezes um cinto, e olhem...não morri, nem traumatizei, que giro!) - fica portanto, mais uma sugestão. 
Enfim...usem da criatividade para educar os vossos filhos ao invés de também vocês serem eternos "adultescentes", tão ou mais irresponsáveis que os monstrinhos que estão a criar. Se não forem capazes disto...por favor, não tenham filhos...nem pit bulls. 


Enfim...usem da criatividade para educar os vossos filhos ao invés de também vocês serem eternos "adultescentes", tão ou mais irresponsáveis que os monstrinhos que estão a criar. Se não forem capazes disto...por favor, não tenham filhos...nem pit bulls. wink emoticon

Wednesday, 13 May 2015

Quando é um amigo que diz estas coisas de nós, não há como resistir à emoção. Grata, Paulo Caiado. Imensamente grata!




"É sempre entusiasmante quando um autor caldense publica um livro. 
É ainda mais emocionante quando o autor, neste caso, uma autora, é uma amiga que lança o seu primeiro livro.
A Ana Cristina Pinto não precisa de favores. O seu talento foi expresso em inúmeros textos no seu blog ‘’Feiticeira’’ e só causa surpresa só agora avançar para a publicação do seu primeiro livro.
Quando a Ana Cristina Pinto terminou de o escrever e o apresentou às editoras decidiu arriscar e enviou o seu manuscrito a Luís Miguel Rocha, o autor do best-seller ‘’O Último Papa’’ e de outras obras que chegaram ao top de vendas., tornando-o um dos mais lidos autores portugueses.
Para quem não sabe, ‘’O Ultimo Papa’’ foi traduzido em diversas línguas, vendeu meio milhão de exemplares em todo o mundo e terá sido o primeiro romance português a chegar, nos Estados Unidos, ao top dos livros mais vendidos do jornal New York Times.
A Ana Cristina teve o descaramento de lhe pedir que avaliasse o seu romance e, caso o considerasse meritório, que escrevesse o seu prefácio. O que Luís Miguel Rocha veio a fazer!
O facto de LMR (que viria a falecer inesperadamente este ano com apenas 39 anos) ter acedido a apresentar o romance de Ana Cristina é já um garante da qualidade que reconheceu na obra.
Com tudo isto, estamos todos ansiosos por poder ler ‘’A Guardiã – O Livro de Jade no Céu’’.
O lançamento do livro será feito no dia 16 de Maio, às 16h30, no Sana Silver Coast Hotel em Caldas da Rainha e ela conta, claro está, com a presença de todos!"


Tuesday, 12 May 2015

Excertos



"Os olhos da rapariga afundavam-se num lago transparente, repleto de emoções que havia acumulado ao longo de toda a sua vida. Aquelas perguntas não eram afinal inéditas. Quantas vezes, se havia questionado já, sobre todo o propósito da humanidade, o propósito dos que a subjugam e comandam, o propósito afinal da sua própria vida?
– A religião só teve espaço para crescer porque a humanidade não conhece a sua verdadeira origem. Por isso, os homens sentem-se vulneráveis e aceitam atribuir um poder que é deles, àqueles que dão respostas, quaisquer que elas sejam, às suas maiores questões. Os líderes carismáticos sempre usaram e continuam a usar essa arma para manipular. E isto não tem apenas a ver com religião. Tem a ver com liderança, esteja ela onde estiver. Na política, nos mercados financeiros, na indústria… O medo tem escravos em todos os recantos."


( In " A Guardiã - O Livro de Jade do Céu)


Friday, 24 April 2015

A Guardiã - O Livro de Jade do Céu





"Neste romance exploro temas como a vida para além da morte, a reencarnação e a imortalidade da alma. Contudo,a ciência que tem um papel determinante na busca por provas (se elas existirem), destas realidades, também não foi esquecida.
É através da ciência que se abordam as possibilidades que circulam à volta do nascimento da matéria, do Universo, da Terra.
Este livro não é apenas para místicos, esotéricos, espiritualistas. Este livro é para todos aqueles que já colocaram a si próprios a questão: "De onde vimos? Para onde vamos?" Também aqui a narrativa nos coloca muitas vezes perante o mistério de quem somos.
Ao longo da trama deparamo-nos com os factos reais, com os mitos, com o nosso direito à espiritualidade,com a relevância religiosa e com as teorias que podem de alguma forma abalá-la, (como as de Zecharia Sitchin, especialista em linguagem cuneiforme que decifrou as polémicas placas de argila da Suméria).
Teremos realmente, nos primórdios dos tempos, sido alvos de engenharia genética por parte de outra ou outras raças oriundas de pontos distantes do Universo ou Multiversos?
Este, é um romance onde o amor entre uma mulher e dois arcanjos se sobrepõe ao preconceito, aos dogmas, ao medo e sobretudo ao peso das descobertas. É um romance que se sobrepõe à história e à lógica.
Este é um livro de ficção, mas em ficção pode dizer-se tudo. Inclusive a verdade."


Ana Cristina Pinto

E o Grande Dia está quase aí! 16 de Maio é dia de lançamento!


Já em pré-venda!




Wednesday, 8 April 2015

A não perder.É já amanhã!


Luis Miguel Rocha é o escritor que se segue no Contentor 13, recordando o sorriso aberto, as opiniões, os seus livros e a vida além da escrita.
Esta quinta-feira dia 9 de Abril, pelas 00h15, o Contentor 13, na RTP2.


Friday, 3 April 2015

Síndrome de Asperger ou Índigo? Doença ou benção?

(Ontem foi o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo. Republico um texto que escrevi há 1 ano atrás,quando tive o privilégio de conhecer dois seres humanos fantásticos. O Bruno e a sua mãe coragem, Mina Viana. Para ambos desejo as maiores felicidades.)

Nas últimas semanas tenho pesquisado muito sobre síndrome de Asperger. E tal como eu desconfiava, encontrei muitas correlações entre os "aspies" e os índigos. Cada vez, são mais os profissionais de saúde a chegar à conclusão que a síndrome de Asperger não é uma doença. Esta característica tão peculiar, é considerada um distúrbio neurológico grave pela restante sociedade, não porque o seja de facto, mas porque os aspies são diferentes.

Tenho alguém muito próximo, a quem foram detectadas muito cedo (por volta dos 4 anos de idade) as características de um índigo. Isto aconteceu na Fundação Portuguesa da Criança Índigo, - agora chamada Casa Índigo- depois de várias consultas em psicologia convencional. Anos mais tarde, sabemos que ele é Aspie.

Segundo os crentes na teoria das crianças da Nova Era, os índigos desde muito cedo, mostram dificuldades de sociabilização, começam a falar tarde (entre os 3 e os 4 anos) mas depois falam muitíssimo bem e usam um léxico muito mais desenvolvido que o das crianças da sua idade. São extremamente focados , quase obsessivos, quando fazem alguma coisa de que gostam. Apreciam rotinas, preferem discursos claros e objectivos e não são particularmente entendedores (à primeira) de metáforas ou charadas. São mais pragmáticos que emocionais e por vezes parecem-nos mal educados, mas na verdade eles são apenas extremamente honestos.São extremamente inteligentes em áreas que os apaixonam, podendo aí ser fácil confundi-los com sobre-dotados ou pequenos génios e desinteressam-se pelo resto.Costumam ter grande facilidade com números e têm uma capacidade fora do normal para memorizar factos, datas, e outros detalhes. Não gostam de desporto, não pela actividade em si, mas porque abominam as regras. Desprezam ambientes ruidosos. Detestam locais onde há muita gente,preferem livros e museus a outras actividades lúdicas. Têm tendência para se apaixonarem com facilidade e desde cedo por música clássica. Apreciam estar em casa , mais do que em qualquer outro lugar.São metódicos e organizados. Não são apreciadores do contacto físico com outras pessoas. Estes são os sintomas dos índigos.

Quem é que, conhecendo um aspie não o revê no que acabei de escrever? Sabe-se que dependendo da intensidade desta alteração de DNA, os aspies podem apresentar estas características de forma mais agudizada ou não.
A síndrome de Asperger é considerada a forma mais leve do autismo. Resta saber se efectivamente um aspie é um doente ou pelo contrário, é um Ser saudável, tão ou mais saudável que os restantes, e que, veio a este mundo para precisamente ajudar a curar uma sociedade doente.
Não nos podemos esquecer que todos temos um cérebro em que apenas 10% das suas potencialidades estão em funcionamento. Os 90% servem para quê?
Estarão os Aspies/ Índigos a usar um bocadinho mais que esses 10 % que nós usamos? Se eu tiver em conta que os maiores génios do mundo, como Eisntein, Mozart, ou Newton eram portadores da Síndrome de Asperger, diria que sim.


Thursday, 26 March 2015


"Os homens não são todos iguais. Essa ilusão vai-se desfazendo com o tempo, de desilusão em desilusão, até que cada um assuma a sua real posição na escala hierárquica da vida. Os poderosos mandarão sempre naqueles que detêm menos poder, os quais, por sua vez, imporão a ordem a outros menos poderosos ainda, e assim sucessivamente até se chegar aos que não têm poder nenhum, no fundo da cadeia alimentar da sociedade. "

A Filha do PAPA - Luís Miguel Rocha


Até um dia, Luis :(



A 22 de Abril de 2013 eu entrevistava Luis Miguel Rocha. Não ficámos amigos próximos, não saímos juntos para jantares ou copos, não frequentámos a casa um do outro. Falávamos por aqui e raras vezes por telefone. Comentávamos livros e autores e outros temas que nos suscitavam igual interesse. Ele acompanhava a minha escrita e eu admirava profundamente a dele.Optimista por natureza, não permitiu à doença que hoje o levou deste mundo, interferir na sua vontade férrea de continuar a escrever.

Em Setembro de 2014, depois de ter terminado o meu livro, ganhei coragem e mandei-lho. Queria uma opinião de alguém neutro, que não gostasse assim tanto de mim a ponto de me afagar o ego, dizendo bem de algo que poderia não estar tão bem assim. Passou um mês e o Luis não dizia nada. Passaram dois meses e o Luis continuava remetido ao silêncio. Com mil receios da pior resposta possível, eu também fiz silêncio. No inicio de Dezembro, recebo um e-mail do Luis, dizendo " Eu quero prefaciar o teu livro". Fiquei tão feliz,tão radiante com a notícia e ao mesmo tempo ainda mal podendo acreditar nela. O Luis queria prefaciar o meu livro!


Hoje o Luis morreu. Depois de uma luta sem tréguas contra um cancro estúpido como o são todos os cancros, o Luis deixou-nos. O Luis deixou-me. E deixou-me um prefácio.
O livro que, como várias vezes me pediste " Tem calma, vais arranjar uma boa editora", há-de sair, Luis. E com ele o teu prefácio. Agora mais do que nunca, com um orgulho enorme que tenhas sido tu, a escrevê-lo. Descansa em paz e onde estiveres, inspira quem te quer seguir as pegadas.



Sunday, 8 March 2015

Há qualquer coisa de mágico, nestes Seres que conhecem tão bem o verbo Amar.




Existe o dia da àrvore, o dia da rádio, da independência, de Camões, dos avós, do idoso, das crianças… das minorias. Mas,…das mulheres? Somos por acaso um grupo de risco, uma espécie em extinção, desprotegida, aos pés da humanidade? Somos? Não. Nós damos. Tanto! Damos vidas ao mundo, damos mundos à vida, damos honra e virgindade, corpo e coração… damos. 
É isto que fazemos. Somos mulheres. Damos. Educamos, mimamos, compreendemos e amamos. De uma forma que só nós sabemos amar. É inteiro o amor que damos. Inesgotável. Do amor ao pão para que outros não tenham fome, damos tudo. Do tempo ao sono para que outros descansem, entregamos ainda os sonhos. E fechamo-los. Esquecemo-los naquele milímetro quadrado que é o coração. Alimentamos os vivos e lavamos os mortos. O nosso corpo alimenta. Nutre. Dá prazer. E pela vida fora carregamos essa premissa. A de não fugir de quem precisa de nós. Acreditamos. Temos o dom de acreditar na humanidade que parimos. 
O primeiro amor que um homem conhece é o de uma mulher: O da mãe. Trazemos à luz da existência não apenas outras mulheres, mas também os homens. Aqueles que nos pisam, humilham, mal-tratam. E ainda assim abrimos as pernas para lhes mostrar a luz, abrimos os braços para lhes dar aconchego, e outra vez as pernas para lhes dar prazer. O coração, esse, trazemo-lo numa espécie de tombola mágica. Carregamo-lo sempre aberto sem nunca o abrirmos. O coração, trazemo-lo no peito, apertadinho, fechado a sete chaves para que nunca se perca cada homem que amámos, cada filho que nos traz a razão dos dias e o desassossego da vida enquanto um sopro dela nos atravessa o corpo. Guardamos. Tudo o que nos é precioso, guardamos, porque reconhecemos o valor das jóias raras. E o nosso coração é o cofre onde depositamos tudo o que nos tem valor, mas não tem preço. Somos tão especiais, nós, mulheres! Nascemos deusas, e como deusas caminhamos indiferentes aos rótulos e aos clichés. 
Que nos chamem de putas ou santas tanto faz. Umas e outras não fazem senão dar. Damos. Até as nossas mãos que já dão,voltamos a dar para levantar, acariciar, acalmar. Conhecemo-nos, impressões digitais de alquimias primevas, o poder de transformar. E transformamos. Trazemos nas pontas dos dedos esse dom de tocar o céu e trazê-lo à terra, se assim o quisermos. E não o fazemos, porque estudamos ou somos profissionais competentes. Se aumentamos a nossa erudição, fazemo-lo tão somente para que não nos olhem apenas como a mulher do soldado ou do pescador que aguenta a solidão, a fome, a luta inteira sozinha. 
Não é certamente para nos darem um dia no ano. Um dia em que nos dão flores, uma caixa de bombons e um sorriso de esmola: “Toma lá, hoje é o teu dia”. Todos os dias são nossos! Se todos os dias nós antevemos as dores dos outros e não temos medo de morrer para salvar, se todos os dias, damos por mal empregue o tempo em que dormimos porque é tempo em que não cuidamos, se todos os dias damos… damos com medo de pedir para que os outros não se melindrem… 
Então, todos os dias são nossos.